quarta-feira, 25 de março de 2009

APAGUE AS LUZES POR UMA HORA E DIGA AOS LÍDERES POLÍTICOS MUNDIAIS QUE VOCÊ ESTÁ A FAVOR DO PLANETA E CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL

Movimento Hora do Planeta, promovido pela WWF, quer mobilizar 1 bilhão de pessoas em todo o mundo no dia 28 de março

A edição 2009 da Hora do Planeta pretende ser uma espécie de eleição global. Apagar as luzes entre 20h30 e 21h30, no dia 28 de março, significará votar a favor da Terra. Deixá-las acesas contará um voto para o aquecimento global. A meta do WWF é alcançar 1 bilhão de votos pelo planeta e apresentá-los aos líderes políticos dos vários países que vão se reunir em Copenhagen (Dinamarca), em dezembro, na 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática.

Segundo a WWF-Brasil, o ano de 2009 é crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional com medidas para que o aquecimento global já em curso se mantenha abaixo dos 2º C. De acordo com a ONG, “será um ano de mobilização para que os países finalmente assinem, na Dinamarca, um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa”.

Até segunda-feira, dia 23 de março, a Hora do Planeta 2009 já registrava a adesão de cidadãos, empresas e autoridades de 1.760 cidades em 80 países. Clique aqui para se cadastrar e obter mais informações.

O Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e algumas de suas empresas parceiras, como HSBC, Rede Globo e Vivo (parceiros mantenedores) e Editora Abril (parceira institucional), apóiam esta iniciativa. O Akatu acredita que ações como essa ajudam a conscientizar os consumidores sobre a necessidade urgente de medidas no combate ao aquecimento global. E despertam a reflexão sobre as pequenas mudanças nos hábitos cotidianos, que provocam grande impacto quando praticadas por todos.

No Brasil, o movimento conta com a adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com o prefeito carioca Eduardo Paes, serão desligadas as luzes de ícones da cidade, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana. Outras cidades que aderiram são Curitiba, Porto Alegre e Brasília, além do Estado do Amazonas.

Primeiro na Austrália, depois no mundoO movimento Hora do Planeta surgiu na Austrália, em 2007, quando 2,2 milhões de habitantes em Sydney apagaram as luzes de suas casas e apartamentos, no dia 31 de março, durante uma hora. Monumentos, pontes e espaços públicos também ficaram às escuras. Na Austrália, cerca de 80% da eletricidade é produzida por usinas termoelétricas a carvão, o mais emissor de gases de efeito estufa entre os combustíveis fósseis.
Por isso, na Austrália, reduzir o consumo de energia elétrica reduz também a emissão desses gases. Em todo o mundo, a produção de energia é o setor que mais emite gases de efeito estufa, com 26% do total. Em 2008, a Hora do Planeta tornou-se um movimento global, com adesão de 50 milhões de pessoas de mais de 370 cidades em 35 países.

No Brasil, embora a maior parte das emissões de gases de efeito estufa seja pelo desmatamento e pelas atividades agropecuárias, é importante participar “votando” a favor da Terra com o simples ato de apagar as luzes. Como diz o site mundial da Hora do Planeta, diferentemente de qualquer outra eleição na história, “nesta não importa em que país você vive, mas em que planeta você vive. Todos nós temos um voto, e cada voto conta”.

A Hora do Planeta é um belo convite à reflexão e nos desperta para as pequenas ações transformadoras praticadas no cotidiano. Veja abaixo algumas sugestões do Akatu que mostram como mudanças na sua forma de consumir podem contribuir para combater o aquecimento global e as mudanças climáticas: Saber de onde vem a carne que você comeA criação de gado na Amazônia é atualmente um dos principais indutores da devastação da floresta. No supermercado ou no açougue, peça informações sobre a origem da carne, dando preferência a comprar de empresas que afirmam selecionar fornecedores que não trabalham em áreas desmatadas ilegalmente.

Preferir produtos de madeira certificada
A destruição das matas nativas é a maior fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil. E quase toda madeira extraída ilegalmente é vendida no próprio mercado brasileiro. Comprar apenas produtos feitos com madeira certificada, aqueles que têm o selo FSC, ou o de madeira de reflorestamento, é a maneira mais segura de saber que você não está colaborando com o desmatamento ilegal.

Comprar produtos florestais sustentáveis
Além de ser a principal causa de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, o desmatamento ilegal, sobretudo na Amazônia, traz sérios prejuízos ao meio ambiente e à sociedade. Uma das formas de combatê-lo é criar alternativas de geração de emprego e renda para a população amazônica a partir do uso sustentável da floresta. Você pode apoiar essas iniciativas comprando produtos feitos pelas comunidades que vivem na floresta Amazônica, como cestos ou óleos artesanais, ou mesmo produtos industrializados, como chocolates ou produtos de beleza, que usem matéria-prima extraída da floresta de forma não predatória e em parceria com as comunidades locais.

Usar álcool combustível e andar menos de automóvel
A queima dos combustíveis fósseis, como gasolina e diesel, é uma das causas do aquecimento global. Usar cada vez menos o automóvel e mais o transporte público, a bicicleta ou mesmo ir a pé são boas alternativas. Se você decidir comprar um carro, escolha um modelo com motor flex fuel, usando apenas o álcool como combustível. O álcool é produzido a partir da cana-de-açúcar que, em seu processo de crescimento, absorve gás carbônico e compensa cerca de 95% do que é emitido na queima do etanol nos motores.

Repensar o consumo de produtos
A fabricação de qualquer produto envolve extração e processamento de matéria-prima, uso de água e de energia na produção, além do gasto de combustível no transporte até as lojas. Todos esses processos causam a emissão de gases de efeito estufa. Que tal repensar seu consumo antes de comprar um produto novo? Será que não dá para reaproveitar, usar por mais tempo ou procurar consertar o que está quebrado?
Gente, descobri esse site www.akatu.org.br e achei ele muito interessante, principalmente para nós que estamos vendo tanto a questão do aquecimento global, acessem.
Postado por Andressa Aguiar

PALESTRA MARXISMO


PALESTRA: A CRISE CAPITALISTA E A ATUALIDADE DO MARXISMO

Data e Horário: Hoje dia 25 de Março de 2009 / 18:30h.
Local: Câmara Municipal de Caruaru

Com os seguintes palestrantes:

José Nivaldo
Professor de Economia da UFPE
Autor do livro "Maquiavel e o Poder"

Edival Nunes Cajá
Sociólogo, presidente do Centro Cultural Manoel Lisboa

Ivandro Sales
Professor da UFPE e doutor em Sociologia

Inscrições no local ou pelo email:
vozativacaa@gmail.com

Valor R$ 5,00

terça-feira, 24 de março de 2009

Sóciologia:Natureza com arte!

Hoje (24/03/2009) participamos da aula de Sociologia do professor Jorge Quintino do 1º período de Jornalismo sala 0901, bastante diferente. Fomos apresentados aos artistas Fábio Duarte e Vona Vallente,ambos deram um verdadeiro show de simplicidade, simpatia e competência.

RELEASE DOS ARTISTAS:

Fábio Duarte – cantor e compositor Caruaruense. Mais de 25 anos com carreira solo, dois cds lançados. Há três anos na Banda Voz da Mata que lança o seu primeiro cd. FRASE: “Nas minhas veias correm música, nas cordas do meu violão correm sangue. Quando canto é o ato de transfusão.”

Vona Vallente – cantor e ator Caruaruense. São 20 anos na área artística, em sua carreira solo um cd lançado. Desde a primeira formação da Banda Voz da Mata, assim também, lança o seu primeiro cd. FRASE: “A natureza ferida está revoltada e vem ajustando contas dentro da sua casa. A revolta catastrófica da vida!”

Indiscutivelmente são artistas de altíssima qualidade. Como o próprio nome diz, a Banda Voz da Mata vem com o intuito de incentivar, conscientizar e sensibilizar ao que se refere o bem estar do nosso planeta e aos seres que habitam nele. Mostraram algumas composições, também cantaram sucessos de artistas de renome do nosso país, um deles Raul Seixas. Interagiram com a turma, os fazendo cantar músicas que até então, não conhecidas, mas que com toda certeza serão. Convidaram, dois artistas que são alunos o regueiro Kardecky e a clássica Adélia Pinheiro.

Houve de tudo nesse encontro, total interação à uma certa discordância entre os artistas em relação ao valor do cd (risos). Em suma, a Banda Voz da Mata deu um show.
Agradecemos a iniciativa e criatividade de Jorge Quintino. Particularmente, o amor e a preocupação que Jorge mostra sentir pela mãe natureza, nos comovem!Mais uma vez obrigada e que venham mais aulas como essas, que são verdadeiras “lições de vida”.

Beijinhos!
LULA E A IMPRENSA

Ele não gosta, mas também não persegue

Por Carlos Brickmann em 24/3/2009 - Observatório da Imprensa

Passou meio batida uma injustiça da SIP, Sociedade Interamericana de Imprensa, contra o presidente Lula: comparou seu comportamento em relação aos meios de comunicação com o de Hugo Chávez, presidente da Venezuela. Bateu pesado: "O presidente brasileiro sempre ataca a imprensa e lança críticas desmedidas quando o enfoque do noticiário ou de um comentário não lhe agrada". E lembra que Lula já disse que ler jornais lhe causa azia.
Além de injustiça, é bobagem: Lula teve um rompante autoritário (a vontade de expulsar do Brasil o correspondente do The New York Times, Larry Rohter), mas voltou atrás, e não repetiu a dose. Se a leitura dos jornais lhe dá azia, isso não tem nada a ver com perseguição. Ele se informa por outros meios e, a menos que se considere que deixar de comprar jornais é perseguição, limita-se a isso.

As relações de Lula com os meios de comunicação não são perfeitas (mas não o foram nem na saudosa época de Juscelino Kubitschek, quando o líder oposicionista Carlos Lacerda não podia aparecer na TV nem falar no rádio). É verdade que o governo sustenta, com sua propaganda, algumas publicações amestradas, que sem isso não conseguiriam manter-se no mercado. Está errado; mas não significa que persiga quem se opõe a ele, ou quem adote postura independente.

É verdade, também, que Lula evita entrevistas coletivas, e só as realizou quando foram engessadas. Mas não economizou nas entrevistas exclusivas (foi numa delas, aliás, que disse que ler jornais lhe dá azia). Este colunista acha que coletivas são ótimas para a população, mas rejeitá-las não é perseguir a imprensa.

Falhou a SIP. E, ao comparar Lula com Chávez, falhou de novo: deu a Chávez, que este sim persegue seus opositores, a desculpa de que age como Lula. Faltou à SIP lembrar que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Postado por Andressa Aguiar

Um jornalista chega ao poder

El Salvador tem um presidente jornalista. Mauricio Funes foi eleito no domingo (15/3) como candidato do partido Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional, fundado por ex-rebeldes marxistas. A notícia é histórica: é a primeira vez que a antiga guerrilha de esquerda chega ao poder no país, após 20 anos de governos de direita. Funes derrotou o candidato Rodrigo Ávila, da tradicional Aliança Republicana Nacionalista (Arena).

O novo presidente é ex-correspondente da CNN em espanhol, tem 49 anos e é casado com a brasileira Vanda Pignato, representante do PT na América Central. Por ser o primeiro candidato presidencial da Frente Farabundo Martí sem passado de guerrilheiro, atraiu eleitores que receavam o histórico combatente do partido – que lutou contra o governo na guerra civil que durou de 1980 a 1992.

Fã de Lula

Em seu discurso de vitória, Funes pediu por "unidade e reconciliação" com o Arena, prometeu lutar contra a sonegação de impostos e criar empregos para imigrantes salvadorenhos que retornam dos EUA. O presidente também quer investir na agricultura para reduzir a dependência de alimentos do exterior, e afirmou que pretende manter os laços com Washington. Funes, que se define de centro-esquerda, se diz fã do presidente Lula – e já afirmou que pretende seguir o modelo das políticas econômicas brasileiras.

A esquerda ganhou a simpatia do jornalista quando ele cobria a guerra civil para uma emissora local, entrevistando líderes rebeldes. Temendo repetições da Revolução Cubana nos países da América Latina, os EUA apoiaram o governo contra a guerrilha, liderada pela Frente Farabundo Martí – que se tornou partido político ao fim da guerra, com a assinatura de acordos de paz. Funes perdeu um irmão de esquerda no conflito, que deixou 75 mil mortos, 8 mil desaparecidos e 1 milhão de exilados. Informações da Reuters [16/3/09].

Fonte: Observatório de Imprensa
Postado por Andressa Aguiar